Arquivo por tag: Aécio

abr 02

PARTIDOS GASTAM 10% DO FUNDO EM LUXO E JATINHOS

ATÉ 10% DO FUNDO PARTIDÁRIO USADO ATÉ PARA COMPRAR AERONAVES

aecio jatinho

PRESIDENTE DO PSDB, AÉCIO É UM DOS QUE USA DINHEIRO DO FUNDO PARA FRETAR AERONAVES (foto: Reprodução/Internet)

     Os políticos recebem cerca de R$ 1 bilhão por ano do Fundo Partidário, retirado do bolso dos contribuintes para a “manutenção” dos partidos, mas gastam esse dinheiro como querem. Principalmente para bancar seus luxos, como alugar e até comprar jatinhos. Em 2014, o presidente do Pros, Eurípedes Júnior, usou R$ 400 mil do Fundo para comprar um avião. Em 2015, ele comprou um helicóptero por R$ 2,4 milhões. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

     O Fundo Partidário mais que dobrou após a reeleição de Dilma: de R$313,5 milhões em 2014 passou para R$ 811,2 milhões em 2015.

     Em fevereiro, um pouso de emergência em São Paulo flagrou a rotina no aluguel de jatinhos para uso do presidente do PSDB, Aécio Neves.

     O PSOL, espécie de PT de antigamente, usou em “transporte” R$1,48 milhão dos R$ 14,8 milhões que recebeu do Fundo Partidário.

    Em valores absolutos, o PDT do aloprado Carlos Lupi foi o que mais teve gastos com viagens e hospedagens em um ano: R$ 1,73 milhão.

Fonte: Redação/D&P

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jan 24

PSDB APOIA EUNÍCO PARA PRESIDIR O SENADO, MAS INDICARÁ O VICE

SENADOR DO PSDB-PB DEVE SER O NOVO VICE-PRESIDENTE DO SENADO

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PARTIDO APOIARÁ EUNÍCIO, MAS CASSIO CUNHA LIMA (CENTRO) SERÁ O VICE-PRESIDENTE. (Foto reprodução/internet)

     Os tucanos devem confirmar apoio a Eunício Oliveira (PMDB-CE) para a presidência do Senado, dia 2, mas têm uma lista de exigências que começa com a retomada da vice-presidência, que ocupava no passado recente. Cássio Cunha Lima (PB) deve ser indicado vice-presidente do Senado, e o PSDB indicará os presidentes das importantes comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e a Mista de Orçamento (CMO). A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    “Vou lutar pela Comissão Mista de Orçamento”, avisa Ataídes Oliveira (MT). Os tucanos querem também suplências e vice de secretarias.

    Na ampla aliança que deve eleger Eunício Oliveira presidente do Senado, o PT se contenta com a primeira-secretaria.

     Assim como na Câmara, a Mesa Diretora do Senado deve reduzir as atribuições da primeira-secretaria, responsável pela chave do cofre.

Fonte: Redação

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abr 11

PESQUISA: LULA TEM A MAIOR REJEIÇÃO (71,3%), SEGUIDO POR AÉCIO (53%) E MARINA (47%)

    Pesquisa divulgada na tarde desta segunda-feira (11) pelo instituto Paraná, mostra que a maior rejeição entre os pré-candidatos à Presidência, em 2018, é do ex-presidente Lula, com 71,3%. Ele é seguido pelo presidente nacional do PSDB, com 53% e a ex-ministra de Lula, Marina Silva com 47%.

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AÉCIO NEVES, MARINA SILVA E O EX-PRESIDENTE LULA SÃO OS PRINCIPAIS NOMES PARA 2018. (foto reprodução/internet)

      O instituto também avaliou “qual a melhor saída para o Brasil”. Segundo os entrevistados, a melhor saída são novas eleições, com 38,7%, seguido de “que a presidente Dilma termine o seu mandato”, com 24,5%. A renúncia de Dilma é defendida como a melhor saída por 19,9% e o impeachment é defendido por 15,4%.

   Em relação à aprovação do impeachment no Congresso Nacional e a substituição de Dilma por Michel Temer, 63% dos pesquisados dizem aprovar, 31,2% preferem que Dilma permaneça no cargo e apenas 5,8% não souberam responder. Na mesma linha, 35,3% acreditam que Michel Temer fará um governo melhor, 45,7% acreditam que o governo Temer será igual e só 16,3% acham que o governo Temer será pior que o governo Dilma.

    O instituto Paraná Pesquisa entrevistou 2.044 eleitores, em 162 municípios de 24 estados brasileiros, entre 03 e 06 de abril. A margem de erro é de até 5,5%.

Fonte: Redação/D&P

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nov 06

Rejeição da população ao governo Dilma chega a 86,5%

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PERCENTUAL CHEGA A 90% ENTRE AS PESSOAS MAIS AFETADAS PELA CRISE (foto reprodução/internet)

      Pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná revelou que a desaprovação da presidente Dilma Rousseff atingiu 86,5%. Apenas 11,1% aprovam a condução do País e 2,4% não souberam o que dizer. A desaprovação atinge o seu máximo, 90,1%, entre as pessoas de 25 a 34 anos, justamente quem está tentando se consolidar no mercado de trabalho.

Cenário eleitoral

      Se as eleições presidenciais fossem hoje, Aécio Neves (PSDB) apareceria em primeiro com 34,2% das intenções de voto e disputaria o segundo turno com Marina Silva (Rede) que aparece em segundo com 19,7%. O ex-presidente Lula ficaria em terceiro com 17,1%, seguido por Jair Bolsonaro (PTB) com 5,3% e Ciro Gomes (PDT) com 5,2%. Michel Temer (PMDB) e Ronaldo Caiado (DEM) tiveram apenas 1,5% e 1%, respectivamente. Cerca de 8,5% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 7,5% não souberam responder.

     Caso Geraldo Alckmin fosse o representante do PSDB, Marina Silva lideraria com 24,3% contra 22,6% do tucano. Lula continuaria em terceiro com 18,2%, seguido por Ciro Gomes (6,1%) e Jair Bolsonaro (5,7%). Temer e Caiado teriam 1,6% e 1,4%, respectivamente. Nesse cenário, 10,7% dos eleitores não votariam em nenhum dos candidatos citados e o número de indecisos subiria para 9,4%.

     Se o candidato do PSDB fosse José Serra, ele apareceria em primeiro com 25,5% dos votos contra 23,8% de Marina Silva. Lula ficaria em terceiro com 17,7%, seguido por Ciro Gomes (6%) e Bolsonaro (5,8%). Temer e Caiado apareceriam com 2% e 1,4%, respectivamente. Outros 9,8% não votariam em nenhum deles e 8% não souberam dizer em quem votariam.

      O Instituto Paraná ouviu 2.085 eleitores em 170 municípios de 23 estados entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro. Houve checagem simultânea de 19,95% das entrevistas e o grau de confiança do resultado é de 95%. A margem de erro é de 2% para mais ou menos.

Fonte: Redação D & P

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out 05

REJEIÇÃO A DILMA CHEGA A 88% E TUCANOS LIDERAM COM FOLGA

PARA PRESIDENTE, AÉCIO TERIA 46,4%, MARINA 12,6% E LULA 12,2%

Montagem Dilma Aecio Alckmin Serra

AÉCIO, ALCKMIN E SERRA LIDERAM PESQUISAS FEITAS EM SANTA CATARINA

     O Instituto Paraná realizou levantamento indicando que 88,3% dos eleitores catarinenses desaprovam o governo Dilma. O número, ainda maior do que os 64,59% que votaram em Aécio Neves nas últimas eleições, mostra que a situação da presidente se deteriorou até onde ela já não tinha boa aceitação. Apenas 9,4% disseram aprovar a condução dos rumos da nação e 2,3% não souberam, ou não quiseram, opinar.

      Quanto ao cenário eleitoral em Santa Catarina, o senador Aécio Neves (PSDB) aparece em primeiro com 46,4% das intenções de voto dos catarinenses, muito à frente de Marina Silva (Rede) e Lula (PT), que aparecem em empate técnico com 12,6% e 12,2%, respectivamente.

     Jair Bolsonaro (PTB) tem 5,6% das referência para presidente, entre os catarinenses, seguido por Ciro Gomes (PDT) e Eduardo Cunha (PMDB), com 4,6% e 1,7%, respectivamente. Ronaldo Caiado (DEM) aparece em último com 0,4% da preferência. Não sabem somaram 8,1% e Nenhum obteve 8,4%.

        Em cenário com Geraldo Alckmin como candidato do PSDB, o tucano lidera com 34% contra 18,2% de Marina e 12,3% de Lula. O quarto colocado passa a ser Ciro Gomes com 6,9%, seguido de perto por Bolsonaro (6,4%). Cunha teria 2,2% e Caiado 0,7%. Não sabem somaram 9,4% e Nenhum teve 9,9%.

     Se José Serra fosse candidato, lideraria com 37,2% contra 16,6% de Marina e 11,9% de Lula. Ciro e Bolsonaro teriam 6,4%, Cunha 2,3% e Caiado 0,8%. Não sabem ou Não responderam variam entre 8,1% e 9,9% em todos os cenários. Não sabem somaram 9,2% e Nenhum teve 9,1%.

Segundo Turno

       Aécio Neves seria eleito com 67,5% dos votos em caso de embate contra Lula, que teria 15,1%. Não sabem somaram 8,8% e Nenhum teve 8,6%. Em caso de segundo turno contra Marina, o tucano seria eleito com 60,1% contra 22,5%. Não sabem somaram 8,6% e Nenhum teve 8,8%.

      Foram ouvidos 1.324 eleitores em 60 municípios catarinenses entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro, com checagem simultânea das entrevistas em 19,9% dos casos. O nível de confiança da pesquisa é de 95% com margem de erro de 3% para mais ou menos.

Fonte: Redação D & P

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nov 06

Aécio fala em pedir abertura de nova CPI em 2015

     O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta quinta-feira (6) que vai articular a criação de uma nova CPI mista da Petrobras em 2015 para investigar as denúncias de corrupção envolvendo a estatal, caso a comissão atual encerre suas atividades sem apresentar resultados claros. “Vamos cobrar que as investigações continuem”, disse Aécio em entrevista à Rádio Estadão.AECIO NA TRIBUNA

     Na sua volta ao Senado após a derrota pela disputa à Presidência, Aécio condicionou o estabelecimento de um diálogo com o governo Dilma Rousseff à investigação das denúncias contra a estatal. Segundo ele, o “nível do diálogo” vai depender de “gestos claros” da presidente.

    “Se no encerramento da CPI mista este ano, em dezembro, não estiverem ainda elucidados em profundidade todo esse esquema, quem ele atingiria, quais suas ramificações dentro do governo, já anunciei que a partir do dia 1º de fevereiro, na reabertura do Congresso, vamos iniciar a coleta de assinaturas para uma outra CPI mista”, afirmou durante a entrevista, a primeira concedida a uma rádio de São Paulo após as eleições.

     Atualmente, duas comissões estão em curso no Congresso, a CPI do Senado e uma CPI mista, composta por deputados e senadores. Nessa quarta, uma articulação da base aliada e também da oposição na CPI mista decidiu barrar a convocação e convites a políticos citados no esquema. O PSDB atuou para impedir a convocação do empresário Leonardo Meirelles, ligado ao doleiro Alberto Youssef. À Justiça Federal, o doleiro disse que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, morto neste ano, também recebeu dinheiro do esquema.

    De acordo com Aécio, o PSDB, do qual é presidente nacional, tem uma “minoria pouco expressiva na CPI mista”. “O governo é que define as oitivas. Eu não participei dessas reuniões. No que depender de mim, se não for possível chamar ainda este ano, que isso seja feito a partir do início do ano que vem”, disse.

    Questionado se a investigação também não vai atingir seu partido, o senador afirmou que defende a apuração, mas que a responsabilidade pelo andamento dela é do atual governo. “Tem que investigar todo mundo. Se houver alguém de outro partido tem que ser punido exemplarmente”, afirmou.

    A proposta de articular uma nova comissão também foi aventada por integrantes da base aliada do governo Dilma. O regimento do Congresso determina o fim das comissões parlamentares antes do começo de uma nova legislatura.

    O líder da bancada do PMDB, e favorito para presidir a Câmara em 2015, Eduardo Cunha (RJ) declarou na semana passada ser favorável uma nova CPI da Petrobras.

Fonte: Estadao Conteudo

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nov 05

Da tribuna, Aécio condiciona diálogo à investigação sobre petrolão

    Senador voltou nesta quarta-feira a discursar no Congresso. Ele fez duros ataques ao PT e ao governo Dilma Rousseff.

AECIO NA TRIBUNA

Aécio Neves durante discurso no Senado (Geraldo Magela/Agência Senado/Divulgação)

Aécio: “Nós assistimos, senhoras e senhores, ao despertar de um novo país. Sem medo, crítico, mobilizado, com voz e convicções, que não aceita mais o discurso e a propaganda que tenta justificar o injustificável”

      O senador Aécio Neves completou nesta quarta-feira o roteiro previsto para reforçar seu papel como líder da oposição: em um pronunciamento feito na tribuna do Senado, ele deixou claro que, impulsionada pelos 51 milhões de votos nos tucanos no segundo turno, a postura da oposição deve ser muito mais dura no segundo mandato.

    No discurso, Aécio condicionou o diálogo com a presidente Dilma à apresentação de propostas e ao compromisso do governo com a investigação completa dos desvios na Petrobras. “Agora os que foram intolerantes durante doze anos falam em diálogo. Pois bem: qualquer diálogo estará condicionado ao envio de propostas que atendam aos interesses dos brasileiros e, principalmente, tem que estar condicionado especialmente ao aprofundamento das investigações e exemplares punições àqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção da história do país, já conhecido como petrolão”.

     Em seu pronunciamento, Aécio atacou os métodos usados pelo PT na campanha, com o uso de boatos e ofensas pessoais para atingir os adversários. “Mostraram que não enxergam limites na luta para se manter no poder. A má-fé com que travaram a disputa chegou às raias do impensável, do absurdo e agrediu a consciência democrática do país”, disse ele.

     O tucano mencionou especificamente a campanha do medo sobre o possível fim do Bolsa Família. “Espalharam o medo entre pessoas humildes, manipularam o sentimento de milhares de famílias negando-lhes o livre exercício da cidadania. Essa intimidação e essa violência só têm paralelo em regime que demonstram muito pouco apreço pela democracia”.

    Aécio também ressaltou o que, na visão dele, foi o lado positivo da campanha: o crescimento da militância contra o governo. “Nós assistimos, senhoras e senhores, ao despertar de um novo país. Sem medo, crítico, mobilizado, com voz e convicções, que não aceita mais o discurso e a propaganda que tenta justificar o injustificável”, afirmou.

     O tucano disse que nunca havia subido a uma tribuna no Congresso com tamanha carga de responsabilidade quanto nesta quarta-feira. E prosseguiu: “Quero aqui, do alto desta responsabilidade, reafirmar (…) que, de todas, a mentira foi a principal arma dos nossos adversários. Mentiram sobre o passado para desviar a atenção do presente. Mentiram para esconder o que iriam fazer tão logo passassem as eleições. Fomos acusados de propostas que jamais fizemos. Assistimos a reiteradas tentativas de reescrever a história, sempre nos reservando o papel de vilões que jamais fomos e não somos”.

    O senador tucano mencionou ainda a resolução que o PT divulgou na quarta-feira, defendendo o controle da mídia, a democracia direta e a construção de uma “hegemonia”. Precisamos estar atentos aos nossos adversários, que, poucos dias depois das eleições, divulgam um documento oficial ao país que mostra sua verdadeira face: a da intolerância, a da supressão das liberdades, a dos ataques às instituições”, disse ele.

   O tucano continuou: “Nossos adversários de novo não se constrangem em propor um projeto que se pretende hegemônico, o oposto daquilo que a democracia pressupõe: liberdade de escolha, alternância de poder”. Aécio encerrou o discurso dirigindo-se a seus eleitores: “Digo em nome dos nossos companheiros de oposição. Agora e a cada dia dos próximos anos estaremos presentes”.

Fonte: Jornalista Gabriel Castro,

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nov 04

Aécio volta ao Congresso e afirma: ‘O Brasil despertou’

    Senador foi recebido com festa por militantes tucanos. Disse que, agora, oposição representa 50 milhões de brasileiros que se manterão vigilantes.

AECIO NO SENADO

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), cercado por militantes e aliados políticos, chega ao Congresso Nacional, nesta terça-feira (4), em Brasília. Aécio Neves retornou à cena política depois da derrota nas eleições para a Presidência da República (Sergio Lima/Folhapress)

     O candidato derrotado à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, retornou nesta terça-feira ao Congresso Nacional. Ele foi recebido com festa por militantes e parlamentares tucanos ao chegar ao Senado pela primeira vez desde o fim das eleições. Aos gritos de “Aécio, Aécio”, caminhou rumo à Casa seguido pelos militantes, que chegaram ao Congresso em três ônibus fretados. Cruzou a portaria do Parlamento e seguiu direto para o plenário. “O Brasil despertou. O Brasil hoje é um Brasil diferente do Brasil antes da eleição. Emergiu um novo Brasil, que quer ser protagonista do seu próprio futuro”, afirmou o tucano.

      Em uma tumultuada entrevista concedida no Senado, o tucano disse que vai fazer uma oposição “sem adjetivos”. “Eu chego hoje ao Congresso Nacional para exercer o papel que me foi delegado por 51 milhões de brasileiros. Vou ser oposição sem adjetivos. Se quiserem dialogar, apresentem propostas que interessem aos brasileiros”, disse ele, que prosseguiu: “No mais, nós vamos cobrar eficiência da gestão púbica, transparência dos gastos públicos, vamos cobrar que as denúncias de corrupção sejam apuradas e investigadas em profundidade”.

     Nos quatro primeiros anos de seu mandato no Senado, Aécio evitou fazer parte da ala mais combativa do bloco PSDB-DEM, e apostava na chamada “oposição propositiva” - o que lhe rendeu críticas de aliados. A prometida “oposição sem adjetivos” acena com uma mudança de postura do tucano. “Eu vou estar aqui vigilante para que essa permanente tentativa de cerceamento das liberdades, em especial da liberdade de imprensa, sejam contidas.”

    Aécio mandou um recado ao governo: “Quando o governo olhar para a oposição eu sugiro que não contabilize mais o número de assentos ou de cadeiras no Senado e na Câmara, olhe bem que vai encontrar mais de 50 milhões de brasileiros que vão estar vigilantes, cobrando atitudes desse governo”.

      O tucano deu a entender que não aceitará tão cedo o diálogo proposto, de forma genérica, pela presidente Dilma Rousseff. “Esse governo, pela forma como agiu na campanha eleitoral, de forma absolutamente desrespeitosa com seus adversários, de forma absolutamente temerária em relação aos beneficiários de programas sociais permanentemente ameaçados de perdê-los se nós vencêssemos as eleições, não legitima o governo nesse instante para uma proposta de diálogo sem que o conteúdo dessas propostas seja conhecido por nós”, disse ele.

    O tucano também parafraseou a ex-senadora Marina Silva: “Infelizmente, o governo da presidente Dilma venceu essas eleições perdendo. Eu, e aqui lembro Marina Silva, perdi essas eleições vencendo”. Sobre a auditoria pedida pelo PSDB ao Tribunal Superior Eleitoral, ele disse que é uma medida natural e que ele acredita na lisura dos ministros da corte. “Foi uma decisão do departamento jurídico da nossa coligação, o que eu respeito. Até porque é um direito de qualquer parte envolvida no processo eleitoral”, afirmou. “Nós não estamos querendo mudar o resultado da eleição”, disse ainda. 

Fonte: Jornalista Gabriel Castro/Veja

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out 21

Se eleitos, tucanos planejam auditoria na Caixa e BNDES

O propósito da equipe de Aécio é limpar as contas públicas de truques, conforme consta do programa econômico divulgado pelo candidato.

     A equipe econômica do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo auxiliares do candidato, a ordem é começar a trabalhar nisso “já na próxima segunda-feira”.

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     Os integrantes da equipe econômica do tucano estão convencidos de que esses dois bancos públicos acumulam um grande volume de valores a receber do Tesouro Nacional, sem que se saiba exatamente quanto. Esses créditos são fruto de programas que cobram juros abaixo do mercado como o Minha Casa Minha Vida e o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI).

     Para manter o juro baixo, governo precisa pagar um subsídio. Ou seja, ele “banca” parte da bondade com recursos públicos, saídos do Tesouro Nacional, que são entregues aos bancos que fazem o empréstimo. Mas, já há alguns anos, a área econômica vem segurando o repasse dos subsídios. Isso é facilitado pelo fato de ficar tudo “em casa”, pois quem deixa de receber são bancos públicos.

    Especialistas de fora do governo acreditam que o maior volume de subsídios não pagos esteja no BNDES. O economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, calcula que sejam 28,8 bilhões de reais. Mas há, na equipe de Aécio, grande preocupação com a Caixa, cuja contabilidade é menos transparente.

      Ajuste - “A primeira coisa é saber o tamanho da encrenca”, diz um auxiliar tucano. Essa informação é fundamental para dar aos agentes de mercado a informação mais aguardada: o plano de voo do ajuste das contas públicas. Em outras palavras, o que será feito para atingir o objetivo já anunciado de, no prazo de dois a três anos, produzir um saldo nas contas públicas grande o suficiente para conter o crescimento da dívida pública.

    Depois de duas décadas comportada, a dívida começou a aumentar este ano. Em setembro, ela estava em 35,9% do Produto Interno Bruto (PIB), depois de haver iniciado o ano em 33,1% do PIB. Esse crescimento se dá porque a economia que o setor público faz não é suficiente para pagar nem os juros. Para controlá-la, será preciso apertar o cinto ou arrecadar mais.

    Pelos cálculos do economista Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica e atual vice-presidente do Insper, a economia, chamada de resultado primário, teria de ser da ordem de 2,5% do PIB. No dado oficial mais recente, o saldo acumulado em doze meses estava em 0,94% do PIB. Mas há suspeita generalizada entre os especialistas de que, na ponta do lápis, o resultado esteja negativo.

     Isso porque o atraso no pagamento de subsídios é apenas uma das manobras a que o governo recorreu para melhorar artificialmente o resultado oficial das contas públicas, segundo demonstraram várias reportagens que o Estado publicou ao longo deste ano. Outra foi exigir dos mesmos bancos, Caixa e BNDES, o pagamento antecipado de dividendos.

     Segundo informações da área técnica, a Caixa teria sido levada também a pagar benefícios sociais, como abono e seguro-desemprego, sem haver recebido do Tesouro os recursos para isso – um mecanismo batizado de “pedalada”’’. Nos bastidores, a informação é que o fluxo teria sido regularizado em agosto.

    Meta - O propósito da equipe de Aécio Neves é limpar as contas públicas de todos os truques desse tipo, conforme consta do programa econômico divulgado pelo candidato. “Esta é uma necessidade absoluta para a construção de um regime macroeconômico robusto e para que se cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal”, diz o documento.

      Paralelamente ao levantamento da real situação das contas públicas, a ordem é acelerar a elaboração da proposta de reforma tributária, que Aécio prometeu enviar ao Congresso no início de seu mandato. A proposta já está delineada do ponto de vista técnico. Mas como o candidato aparecia em terceiro lugar nas pesquisas às vésperas do 1º turno, os trabalhos foram desacelerados. A ideia agora é dialogar com os especialistas que já estiveram envolvidos nas tentativas anteriores. E, assim, saber quais são os principais obstáculos.

Fonte: O Estadão

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out 03

Insatisfeitos com Dilma, militares tentam diálogo com Aécio e Marina

     Insatisfeitos com o governo de Dilma Rousseff (PT), integrantes das Forças Armadas, da ativa e da reserva, abriram canais de diálogo com os adversários do PT.

Forças-Armadas

     Militares têm conversado com o comando das campanhas de Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) para oferecer apoio e colaboração nas áreas de segurança e defesa nacional. Até mesmo o nanico Levy Fidelix (PRTB) se reuniu com um grupo de oficiais numa churrascaria de Brasília.

      Segundo militares ouvidos pela Folha, além da declarada insatisfação com a estrutura considerada ociosa, eles se preocupam em desenhar os possíveis cenários políticos a partir da eleição de outubro.

     “Geralmente nos reunimos com todos, mas sou radicalmente contra o PT. É uma estratégia de planejamento das Forças Armadas”, afirmou o general da reserva Rocha Paiva, que também é pesquisador do Centro de Estudos Estratégicos do Exército.

CENTRO DE ESTUDOS EXERCITO

      A interlocução dos militares com a oposição adensou-se no início do ano. Com o PSB, as tratativas contaram com o aval do então candidato à Presidência, Eduardo Campos, morto num acidente aéreo, no litoral paulista, em agosto. A ponte com o partido foi feita pelo diplomata José Viegas, um dos ministros da Defesa do governo Lula (2003-10).

     Recentemente, segundo integrantes da campanha de Marina Silva, ela foi procurada por oficiais do Exército e da Marinha, mas ela tem recomendado que a articulação fique para o segundo turno. Ainda segundo coordenadores da campanha, Marina deseja cuidar pessoalmente do assunto.

     “As Forças Armadas estão preocupadas com duas coisas, o orçamento que seca e a Comissão da Verdade”, afirmou José Viegas.militares-Foto-Divulgação

      Além do que consideram o sucateamento das armas, os oficiais estão particularmente irritados com os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, criada pelo governo Dilma e que não tem um único representante das Forças Armadas em sua composição.

     Outro ponto que causa polêmica é a possibilidade de revisão da Lei da Anistia. Pessoalmente, Dilma acha que a lei, que proíbe julgar os militares pelos crimes da época, deveria ser revogada, mas seu governo nunca tomou qualquer iniciativa nesse sentido.

     Aécio Neves e Marina Silva já disseram, publicamente, ser contrários à revisão da legislação, o que foi entendido pelos militares como uma sinalização positiva.

     Com o PSDB, a conversa com os militares foi intermediada pelo ex-embaixador Rubens Barbosa, responsável por coordenar o programa de Aécio para as áreas de Defesa Nacional, Política Externa e Comércio Exterior. “Tomamos a iniciativa de procurar os militares para discutir os problemas que o setor enfrenta”, disse. “A conversa serviu para me ajudar a escrever o programa”, ressaltou Barbosa.

    Mas a conversa com o tucano, contudo, remonta a 2010. Naquele ano, antes ainda de o partido escolher José Serra como o candidato à Presidência, Aécio se reuniu com um grupo encabeçado pelo general da reserva Maynard Marques Santa Rosa. Neste ano, o senador adotou um tom cauteloso na relação com os militares. Como Marina, prefere lidar pessoalmente num eventual segundo turno. Segundo a Folha apurou, ele temia que sua candidatura fosse caracterizada à direita.

      Assumidamente de direita, o candidato Levy Fidelix conta ter sido convidado pelos militares para um almoço numa churrascaria em Brasília. Segundo Levy –cujo vice é militar–, havia no encontro oficiais da ativa e da reserva.

     A intenção era buscar representantes no Congresso Nacional, a exemplo dos evangélicos, e alertar para riscos como a “socialização” do país, o fortalecimento dos movimentos sociais, as distorções das atribuições militares e a entrada descontrolada de emigrantes pela fronteira. Eles também reclamam do congelamento dos salários. “Eles estão atentos a tudo e muito preocupados”, disse. 

Fonte: Jornalistas CATIA SEABRA
LUCAS FERRAZ

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set 05

Datafolha: Marina lidera em SP e no RJ; Dilma, em MG

Segundo pesquisa, candidata do PSB tem 42% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país; presidente-candidata aparece em 1º na terra de Aécio.

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     O instituto Datafolha pesquisou o desempenho dos presidenciáveis em seis Estados e no Distrito Federal. De acordo com o levantamento, realizado entre os dias 1º e 3 de setembro e divulgado nesta sexta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, Marina Silva (PSB) lidera com 42% em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Entre os paulistas, Dilma Rousseff (PT) tem 23% das intenções de votos e Aécio Neves (PSDB), 18%.

PESQUISA

    A candidata do PSB também apresenta bons números no Rio de Janeiro, onde tem 37% da preferência do eleitorado. Dilma aparece em segundo, com 31%, e Aécio tem 11%. Outro colégio eleitoral onde Marina lidera é Pernambuco. Na terra de Eduardo Campos, a sucessora do ex-governador aparece com 46% das intenções de voto, contra 37% de Dilma. Aécio está em terceiro, com apenas 2%.

   Minas Gerais – No Ceará, Dilma atinge o seu melhor desempenho entre os Estados sondados pelo Datafolha. Lá, a presidente-candidata lidera com 57% das intenções de voto, seguida de Marina com 24%. Aécio, novamente, aparece em terceiro, com 4%. O pior resultado para o tucano, no entanto, é Minas Gerais. No Estado em que foi governador por oito anos, Aécio aparece com 22%, atrás de Marina, com 27%, e de Dilma, que lidera com 35%. Como a margem de erro em Minas é de 3 pontos, o tucano e a candidata do PSB estão tecnicamente empatados.

Confira os resultados presidenciais do Datafolha em seis Estados e no DF:

São Paulo
Marina Silva (PSB) – 42%
Dilma Rousseff (PT) – 23%
Aécio Neves (PSDB) - 18%
Margem de erro: 2 pontos

Rio de Janeiro
Marina Silva (PSB) – 37%
Dilma Rousseff (PT) - 31%
Aécio Neves (PSDB) - 11%
Margem de erro: 3 pontos

Minas Gerais
Dilma Rousseff (PT) – 35%
Marina Silva (PSB) – 27%
Aécio Neves (PSDB) - 22%
Margem de erro: 3 pontos

Pernambuco
Marina Silva (PSB) – 46% 
Dilma Rousseff (PT) – 37%
Aécio Neves (PSDB) - 2%
Margem de erro: 3 pontos

Rio Grande do Sul
Dilma Rousseff (PT) - 38%
Marina Silva (PSB) – 30%
Aécio Neves (PSDB) - 15%
Margem de erro: 3 pontos

Ceará
Dilma Rousseff (PT) – 57%
Marina Silva (PSB) - 24%
Aécio Neves (PSDB) – 4%
Margem de erro: 3 pontos

Distrito Federal
Marina Silva (PSB) – 33%
Dilma Rousseff (PT) - 23%
Aécio Neves (PSDB) – 20%
Margem de erro: 4 pontos

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ago 31

Prioridades de Mercadante

Na reta final do governo, o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil, se empenha em apressar as concessões públicas ainda emperradas.

      Na reta final do governo, o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil, se empenha em apressar as concessões públicas ainda emperradas. As prioridades do Planalto focam as ferrovias, os portos e as estradas. Esses setores encabeçam todas as listas dos gargalos que atrapalham o crescimento do País e servem de munição dos adversários na campanha eleitoral. Qualquer que seja o resultado das urnas, a presidenta Dilma Rousseff pretende chegar a dezembro com o máximo possível de obras encaminhadas. Afinal, ela foi eleita em 2010 com a promessa de promover um salto na infraestrutura do País.

ALOISIO MERCADANTE

Processo parado I

         O Tribunal Superior Eleitoral abriu no dia 19 de agosto a contagem de prazo para o Ministério Público se manifestar sobre a relatoria do processo de criação da Rede Sustentabilidade, o partido de Marina Silva. O caso estava parado desde outubro, quando o registro foi rejeitado, e só andou depois que Marina se tornou candidata a presidente.

Processo parado II

      A relatora do processo, ministra Laurita Vaz, deixou o TSE e, com isso, torna-se necessário indicar um substituto.  Foi de Laurita a decisão de que bastariam mais 50 mil assinaturas para o partido ser criado. Agora, se o novo relator quiser e o Ministério Público Eleitoral quiser, Marina terá de começar do zero a coleta de rubricas.

A HORA DE VENDER PEIXE

As relações entre Neca Setubal e o governo Lula

     A ligação entre Marina Silva e Maria Alice Setubal, herdeira do Itaú, entrou na mira da guerrilha virtual do PT como ponto fraco da ambientalista. Mas Neca, como é conhecida, recebeu do governo Lula mais de R$ 33 milhões. O dinheiro abasteceu o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), responsável por ações como a “Olimpíada de Língua Portuguesa”, apoiada por Aloizio Mercadante quando ministro da Educação. De FHC, Neca obteve menos de R$ 400 mil.

Erro amistoso

     Durante o debate na Rede Bandeirantes, o candidato Aécio Neves (PSDB) disse que o atual governo concluiu 28 das 253 obras de mobilidade urbana do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Logo depois do debate, assessores lembraram ao tucano que ele  errou os números em favor do governo. Na verdade, das 352 obras de mobilidade previstas, apenas 14 foram concluídas.

Depende das urnas

     Dois ministros do STF sondaram a presidenta Dilma Rousseff sobre quando pretende indicar o substituto de Joaquim Barbosa na Corte. Para ambos, a resposta foi a mesma. Se reeleita, a escolha será anunciada no próximo ano. Caso contrário, pode decidir ainda em novembro.

Fonte: Jornalista Eumano Silva/Brasil Confidencial

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