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abr 22

RANDOLFE BATE BOCA SOBRE ‘ABUSO DE AUTORIDADE’ E DIZ QUE REQUIÃO TEM CAPANGAS

DISCUSSÃO ENTRE SENADORES ACONTECEU PELA REDE SOCIAL TWITTER

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RANDOLFE RODRIGUES (REDE-AP) BATE BOCA COM ROBERTO REQUIÃO (PMDB-PR) EM REDE SOCIAL POR CAUSA DE COMENTÁRIOS SOBRE PROJETO QUE DISCUTE ABUSO DE AUTORIDADE (FOTO: AGÊNCIA SENADO)

     O relator do projeto de abuso de autoridade no Senado, Roberto Requião (PMDB-PR), e o líder da Rede Sustentabilidade na Casa, Randolfe Rodrigues (AP), bateram boca pelas redes sociais nesta sexta-feira, 21, após divulgação de vídeo postado pelo senador do Amapá contra o relatório da proposta.

    Na gravação, realizada com a participação dos senadores Cristovam Buarque (PPS-DF) e Reguffe (sem partido-DF), Randolfe afirma que a aprovação do projeto poderá prejudicar as investigações no âmbito da Lava Jato. “Se for aprovado o substitutivo do senador Requião, estão comprometidas as ações futuras da magistratura, do Ministério Público, do próprio futuro de Operações como a Lava Jato, que tem sido um marco no combate à corrupção neste País”, afirma Randolfe nas imagens postadas em perfil do Twitter. 

“Só faltaram colocar no último artigo: essa lei entra em vigor a partir do inicio da Operação Lava Jato. Não podemos deixar que isso passe”, afirma Cristovam. Já Reguffe faz uma apelo para que a sociedade se mobilize contra a votação da proposta. “Esse projeto de abuso de autoridade mais parece um projeto para proteger algumas autoridades”, afirma o senador.

     Após as declarações serem postadas nas redes sociais, Requião e Randolfe deram início ao bate-boca com o primeiro postando: “Vídeos com jograis, sem conteúdo, oportunistas, desqualificando trabalho sério a favor dos direitos do cidadão. Molecagem!” O senador amapaense respondeu: “Respeite!! Você e seus capangas não me intimidam”.

O projeto de abuso de autoridade consta na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado da próxima quarta-feira, 26. Caso seja votado, o texto segue para discussão no plenário da Casa. O texto abrange os crimes de abuso cometidos por agentes públicos incluindo militares, servidores públicos e pessoas a eles equiparadas, além de integrantes do Ministério Público e dos Poderes Judiciário e Legislativo de todas as esferas da administração pública: federal, estadual, distrital e municipal. 

Apesar de ter acatado parcialmente a proposta do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em novo relatório Requião não aceitou modificar o trecho que trata de supostas interpretações equivocadas da lei, considerado o mais polêmico. Requião avaliou como “inconsistentes” as mudanças propostas pela PGR.

No projeto apresentado ao Senado pela PGR, fica estabelecido que “não configura abuso de autoridade a divergência na interpretação de lei ou na avaliação de fatos e provas, desde que fundamentadas”. Para Requião, a expressão “desde que fundamentada” não foi bem colocada. (AE)

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abr 11

MINISTÉRIO PÚBLICO LANÇA APLICATIVO QUE PERMITE FAZER DENÚNCIAS PELO CELULAR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) lançou hoje (11) um aplicativo para celulares e tabletspara receber denúncias de qualquer tipo de crime. O programa SAC MPF pode ser baixado de graça nas lojas virtuais dos aparelhos Apple e Android.

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PARA O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, RODRIGO JANOT, SUCESSO DA VIGILÂNCIA DEPENDE DO ÊXITO DAS RESPOSTAS DO MP (Foto reprodução/Internet)

     O objetivo do órgão é aproximar o cidadão do Ministério Público Federal (MPF), principalmente onde não há unidades físicas. O aplicativo também vai ajudar no combate a crimes eleitorais durante as eleições de outubro.

   Para encaminhar uma denúncia ao MPF, o cidadão deve preencher formulário dentro do próprio aplicativo com dados pessoais, como nome, CPF e ocupação, e enviá-lo. Após o envio, é posssível acompanhar a tramitação do documento. Imagens também podem ser anexadas, como provas de acusação.

    De acordo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o aplicativo vai facilitar a atuação do Ministério Público. “Esse instrumento de trabalho serve para assegurar o contato cada vez mais direto, cada vez mais próximo, do cidadão com os agentes do Ministério Público Federal. A potencialização da vigilância da cidadania, dos atos do Poder Público, depende do êxito das funções institutcionais conferidas pela Constituição ao Ministério Público brasileiro”.

fonte: Redação/D&P

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ago 25

Janot pede nova investigação de Collor por peculato e crimes em licitações

Senador foi denunciado pela Procuradoria-geral da República na última quinta-feira por corrupção e lavagem de dinheiro.

Tribuna: Senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), em pronunciamento.

Senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) (Foto: reprodução/Internet)

     O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um novo inquérito contra um grupo que envolve o senador Fernando Collor (PTB-AL) para apurar prática de crimes de licitação e peculato (desvio de recursos públicos), além de corrupção passiva. O pedido chegou à Corte na mesma semana em que Janot ofereceu denúncia contra o senador - acusado de ter recebido 26 milhões de reais em propina - e outras quatro pessoas ligadas a ele pela prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato. Assim como a denúncia, o novo inquérito corre sob sigilo na Corte.

    Além do ex-presidente Collor, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a investigação do ex-ministro do governo Collor Pedro Paulo Leoni, de dois servidores que ocupam cargo comissionado no Senado Federal: Cleverton Melo da Costa e Fernando Antônio da Silva Tiago e de Luís Pereira Duarte de Amorim, visto como “administrador” de empresas de Collor e ligado à TV Gazeta de Alagoas. Todos já foram denunciados pela PGR junto com Collor na última quinta-feira.

     De acordo com a Procuradoria, os dois assessores efetuaram “operações suspeitas” de lavagem de dinheiro por meio de depósitos em espécie feitos em favor de empresas do Collor e que somariam um total de 1,3 milhão de reais. Para investigadores, os valores em espécie “provavelmente têm origem no esquema criminoso investigado”. Cleverton é assessor de Collor no senado desde 2007.

    A nova investigação é um desdobramento da denúncia oferecida por Janot contra o grupo. Os fatos que a Procuradoria considerou que já possuem amadurecimento suficiente de investigação foram incluídos na acusação formal. Já os crimes que ainda precisam ser investigados com mais profundidade fazem parte do novo inquérito. Os dois procedimentos – tanto a nova investigação como uma eventual ação penal contra Collor, no caso de a denúncia ser recebida pelo STF – devem correr paralelamente no Tribunal.

    As defesas de Collor e de Pedro Paulo Leoni afirmaram ainda não ter conhecimento do teor do novo pedido de inquérito. Os advogados de Cleverton Melo Costa, Fernando Antônio Silva Tiago e Luís Pereira Duarte Amorim não foram localizados.

    Críticas - Nesta segunda-feira, a dois dias da sabatina no Senado que pode levar o chefe do Ministério Público Federal (MPF) a um novo mandato de dois anos, Collor chamou o procurador-geral da República de “fascista da pior extração”. O senador disse não ter como questionar a denúncia de Janot pelo fato de a peça estar sob segredo de Justiça e que o único objetivo do chefe do MPF é “constranger” o Senado às vésperas da sabatina. O ex-presidente, que chamou Janot de “sujeitinho à toa” e “figura tosca” afirmou que ele não é dotado da “conduta moral” que se exige para o cargo.

Fonte: Revista Veja

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set 18

Dono da BBom desviou US$ 400 mil ao exterior à véspera de bloqueio de contas

Segundo procurador do caso, empresa faturou R$ 2 bilhões em benefício próprio às custas de 1 milhão de pessoas.

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      Denunciado pelo crime de pirâmide financeira e outros delitos, o dono da BBom, João Francisco de Paulo, enviou  ao exterior US$ 400 mil (aproximadamente R$ 896 mil, à época), poucos dias antes de a empresa ter as contas bloqueadas pela Justiça.

     Nesta quarta-feira (18), o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) denunciou cinco pessoas envolvidas nas operações da empresa, entre eles seu proprietário, por um esquema de pirâmide financeira disfarçado como marketing multinível.

      Segundo o Procurador da República Andrey Borges de Mendonça, responsável pela denúncia, Francisco de Paulo teria feito quatro transferências em nome próprio, em um único dia – 2 de julho de 2013 –, no valor de US$ 100 mil cada, caracterizadas como “investimento no exterior”.

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João Francisco de Paulo, dono da Embrasystem (BBom), denunciada por pirâmide financeira

      A data coincide com o ajuizamento de uma medida cautelar na 4ª Vara Cível de Goiás pelo Ministério Público goiano, que resultou no bloqueio das contas da empresa, por suspeita de pirâmide, poucos dias depois, num total de R$ 300 milhões.

     “A finalidade de ocultar a origem ilícita dos valores é nítida. Tais remessas foram feitas pois o denunciado visava ocultar e dificultar o rastreamento do dinheiro apropriado dos investidores”, afirma o procurador na denúncia.

     O documento aponta Francisco de Paulo como o principal beneficiário da pirâmide, tendo recebido entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões por mês, totalizando cerca de R$ 14 milhões somente no primeiro semestre de 2013.

     Os cinco denunciados vão responder pela prática de crimes contra o mercado de capitais, o sistema financeiro, a economia popular e ainda por lavagem de dinheiro.

     Faturamento de R$ 2 bilhões teria sido usado em benefício próprio

    Ainda segundo Mendonça, a Polícia Federal apreendeu arquivos digitais nos computadores dos denunciados mostrando que a BBom teria emitido 986.917 contratos de investimento coletivo.

     “[Os denunciados] desviaram e se apropriaram do dinheiro e dos valores de terceiros investidores, dos quais tinham a posse, ocasionando prejuízos bilionários a aproximadamente 1 milhão de pessoas, no montante de quase R$ 2 bilhões, em proveito próprio e alheio”, disse o procurador.

     Na denúncia enviada à Justiça, Mendonça pede que os cinco denunciados sejam condenados ao pagamento de indenização às vítimas no valor aproximado de R$ 2 bilhões – equivalente ao faturamento total da empresa.

     Segundo Mendonça relatou ao iG, são inúmeras as penas previstas caso os denunciados sejam condenados pela Justiça criminal. O fato de envolver altas quantias pode agravar ainda mais as penalidades, diz o procurador. Somente o crime de lavagem de dinheiro pode render aos envolvidos pena de prisão de até 12 anos.

   Ao iG, o departamento jurídico empresa da Embrasystem/BBom informou por meio de nota que “todos os acusados que aparecem no processo… são inocentes e confiam na Justiça. Os mesmos vão aguardar as devidas notificações, com serenidade, para apresentarem as defesas.”

      Sobre o envio de remessas ao exterior, a empresa não havia se manifestado até a publicação da matéria nesta manhã.

Empresa prometia lucro de 24.000% aos associados

     A BBom foi criada em fevereiro do ano passado para ser o braço de marketing multinível da Embrasystem, que atua no mercado de monitoramento de veículos. Desde então, atraiu cerca de 300 mil revendedores, chamados de associados, que pagavam taxas de R$ 600 a R$ 3 mil.

    A promessa era de lucro de até 24.000%, segundo o iG noticiou em março deste ano. A remuneração era feita de acordo com as vendas de assinaturas do serviço de monitoramento, e o rastreador era cedido em regime de comodato.

     A empresa prometia bônus para quem trazia mais revendedores para a rede. Em entrevista ao iG no dia 10 de julho, João Francisco de Paulo afirmou que a empresa habilitava de 5 mil a 10 mil aparelhos por dia.

     Para o Ministério Público Federal em Goiás, que ajuizou a ação pedindo o bloqueio de contas, e o Ministério Público do Estado (MP-GO), a BBom se sustentava com as taxas de adesão pagas pelos associados, e não com a receita dos rastreadores.

    Com esse argumento, os procuradores e promotores conseguiram que a 4ª Vara Federal de Goiânia bloqueasse as contas da empresa, num total de R$ 300 milhões, e a entrada de novos associados . A cobrança de mensalidades também foi suspensa.

Fonte: Jornalistas Vitor Sorano e Taís Laporta – iG São Paulo

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set 09

Petrobras: ‘Em tempos atrás, esses bandidos seriam fuzilados’, diz deputado

Até ex-subsecretário de Sérgio Cabral o chama de ‘traidor da pátria’.

CABEÇALHO BLOG

      O deputado federal pelo PMN Carlos Alberto Lopes fez duras críticas aos envolvidos na denúncia publicada pela revista Veja neste fim de semana, sobre a Petrobras. Em texto publicado em seu blog, no último domingo (7), Lopes chama os envolvidos de “ladrões, traidores da pátria”, e lembra que “em tempos atrás, em determinados países, esses bandidos seriam fuzilados no paredão”. Vale destacar que Carlos Alberto Lopes foi subsecretário de estado de governo Sérgio Cabral e coordenador geral da Operação Lei Seca. Ou seja, o deputado ataca e até fala em fuzilamento do seu próprio ex-chefe, já que Cabral é um dos citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em suposto depoimento à Polícia Federal. Até o ex-subsecretário de Cabral o chama de traidor da pátria…

     Na denúncia publicada pela revista Veja, são revelados nomes de políticos que teriam sido mencionados no depoimento de Paulo Roberto Costa à Polícia Federal. Além de Cabral, são citados outro ex-governador, uma governadora, 12 senadores, 49 deputados federais, um ministro e um ex-ministro. Os envolvidos seriam de três partidos. Segundo o ex-diretor, os políticos receberiam 3% do valor dos contratos da Petrobras na época em que ele ocupava a direção de distribuição da estatal.

>> ‘Veja': Paulo Roberto começa a revelar nomes de esquema da Petrobras Veja o texto de Carlos Alberto Lopes:

      Embora ameaçado por alguns, que acham que estou sendo muito drástico em meus artigos, pronunciamentos da tribuna, participações no Colégio de Líderes e nas comissões das quais participo, não posso ficar calado diante de tantos “malfeitos”. Quem morre de véspera é peru. SÃO LADRÕES DA NAÇÃO, SIM, TRAIDORES DA PÁTRIA.
     Na semana passada o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto da Costa, valendo-se do instituto da “DELAÇÃO PREMIADA”, que permite que os infratores das leis em seus julgamentos poderão ter as suas penas reduzidas, começou a dar nome aos bois, daqueles que vem participando vergonhosa e acintosamente do saqueamento ao país, integrantes dos Poderes Legislativo e Executivo.
“Nunca antes nesse país”…se roubou tanto.
     Não sou eu quem digo: são os próprios saqueadores, os quais, com a corda no pescoço, na iminência de ir para a forca, apavorados, resolvem livrar as suas peles, denunciando uns aos outros, corruptos e corruptores.
    Está sendo o caso do ex-diretor da Petrobrás que resolveu “botar a boca no trombone”.
     No dia 5 de setembro, um jornal de grande circulação nacional, informou que o ex-diretor vem denunciando o envolvimento de deputados e senadores e pelo menos um ministro com os desvios do dinheiro de contratos da Petrobras com várias empresas.
O ex-diretor denunciou pelo menos 25 políticos.
      Mas a roubalheira não se reserva somente a Petrobras, cujos desvios estima-se em 100 bilhões de reais.
      São bilhões e bilhões que ensejam os “malfeitos”, que passou a ser sinônimo de corrupção, que, sob o manto de empréstimos, vem dilapidando o nosso país, a saber: Porto de Mariel, em Cuba – 2 bilhões e 500 milhões; construção da hidrelétrica da Nicarágua – 2 bilhões e 300 milhões; Porto no Uruguai – 2 bilhões e 600 milhões; perdão das dívidas de 12 países africanos 950 milhões.
     Registre-se que esses “empréstimos” e “perdões” são inconstitucionais porque deveriam ser precedidos de autorizações do Congresso Nacional e não o foram.
    Mas…, temos mais “mal feitos”: rombo na Petrobras – 100 bilhões; 39 ministérios – 58 bilhões e 400 milhões; negociata do Grupo Galileo, que incorporou a Universidade Gama Filho e a Univercidade, que deixou 15 mil alunos na rua da amargura – 1 bilhão; empréstimo ao grupo Galileo – 100 milhões, usando dinheiro das Fundações de Previdência dos empregados da Petrobras e dos Correios, que certamente irá comprometer as suas aposentadorias; construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cujo custo inicial era de 2 bilhões e passou para 20 bilhões; construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em Itaboraí, que passou de 2 bilhões para 30 bilhões; Mensalão – 150 milhões (me engana que eu gosto); aquisição da Refinaria de Pasadena, no Texas – EUA – 1 bilhão de dólares.
     Tudo isto ocorrendo e os gestores governamentais, imitando as figuras dos 3 macaquinhos: “nada veem, nada ouvem e nada falam”.
     Após os escândalos mencionados, vi e ouvi muito deputados, sobretudo do Partido Governamental, ir à tribuna da Câmara dizer que os desvios de recursos da Petrobras não existiram.
     Agora, vem o grande operador dos esquemas fraudulentos da Petrobras, em razão dadelação premiada”, jogar areia no ventilador.
     Em tempos atrás, em determinados países, esses bandidos seriam fuzilados no paredão como traidores da pátria.
     Traidores da Pátria, sim, porque os bilhões e bilhões roubados dos nossos bolsos, porque somos nós que bancamos o país, com os impostos que recolhemos, poderiam estar sendo investidos em saúde, em educação, em segurança, na habitação, na prestação de serviços públicos dignos, que não os temos, com os nossos cidadãos morrendo nas filas dos hospitais; procurando restos de comida nas latas de lixo; sendo assaltados e mortos à luz do dia; as nossas crianças do nordeste das escolas públicas indo fazer as suas necessidades no mato e limpando as nádegas em folhas de árvores; com famílias de uma comunidade do Complexo do Chapadão , em Anchieta, no Rio de Janeiro, “morando” em casas de papelão, em pleno século 21.
    Este é o país que querem nos convencer em ser a 7ª economia do mundo. 7ª economia do mundo para esses traidores da Pátria e do povo brasileiro.
    Neste 7 de setembro, parafraseio: “…ou ficar a Pátria Livre ou morrer pelo Brasil”.

Carlos Alberto Lopes é deputado federal pelo PMN do Rio de Janeiro Fonte: Jornal do Brasil

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jun 22

COLUNA DE J.R.M. – Ilhéus – pra não dizer que não falei das FLORES

COLUNA DE 

José Rezende Mendonça

José Rezende (site)

ILHÉUS – PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES

Tem coisas por mais simples que pareçam, e essa é uma delas, nos deixam inquietos.

    Graxa-de-estudante ou simplesmente “graxa” é como conhecemos popularmente o Hibiscus rosa-sinensis, originário da Ásia tropical e do Havaí onde é considerada a flor nacional e possui mais de 5000 variedades. Muito difundido no mundo pelas propriedades ornamentais, possui diversas variedades e formas, com flores grandes ou pequenas, com  pétalas lisas ou crespas. Muito cultivado no Brasil com vários híbridos e variedades, é utilizado com muito sucesso na arborização urbana, além de enfeitar jardins, praças e servir de cerca viva.

FLORES (6) FLORES (1)

         Pois é, por tudo isso é que não entendemos como uma planta que pode ser cultivada de diversas formas, onde suas flores, que embora não nasçam em grande número, são presentes durante todo o ano, bem chamativas e versáteis, que se adaptam às mais diversas funções paisagísticas, seja maltratada desta forma aqui em Ilhéus.

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     E cometem este absurdo, para não dizer criminoso, deixando a paisagem feia e sem vida, simplesmente por não terem o bom senso em consultar quem de fato entende de parques e jardins. Aprendemos nos velhos tempos que existem dois tipos de podas: a poda de LIMPEZA, que consiste na eliminação dos galhos secos, doentes, “chupões”, brotos, etc., e a poda de FORMAÇÃO, que é aquela que realizamos na planta para que ela se desenvolva obedecendo a um planejamento, ou seja, com a finalidade de uma copa baixa ou alta, expansões laterais, ou até mesmo de forma decorativa como cerca viva.

CERCA VIVA

       Mas, o que lá está e em outras áreas da cidade, é uma poda de “PELAÇÃO” ou “APELAÇÃO”, e tudo por falta de conhecimento e bom senso.

PODA DE ARVORES (24)PODA DE ARVORES (26)

       Esta encosta é para ser toda arborizada com este tipo de vegetal e deixá-la em paz, que ela mesma resiste a tudo, apenas a cada seis meses, uma poda de limpeza, que vocês verão uma paisagem florida o ano todo completando a beleza natural desta cidade.

FLORES (5)

 Viagem São José dos Campos (10)

     Vale ressaltar que esta falta de conhecimento não é nenhum privilégio desta administração, isto já vinha ocorrendo nas gestões anteriores, e nós mesmos chegamos a chamar a atenção em outros períodos para isso. E se a prefeitura não dispõe no seu setor de Parques e Jardins de pessoas treinadas para tal fim, então que vá até a CEPLAC, que mesmo com as dificuldades em que se encontra, têm nos seus quadros, técnicos agrícolas e agrônomos, que podem treinar de forma gratuita todo pessoal envolvido na área de parques e jardins.

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