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abr 02

PARTIDOS GASTAM 10% DO FUNDO EM LUXO E JATINHOS

ATÉ 10% DO FUNDO PARTIDÁRIO USADO ATÉ PARA COMPRAR AERONAVES

aecio jatinho

PRESIDENTE DO PSDB, AÉCIO É UM DOS QUE USA DINHEIRO DO FUNDO PARA FRETAR AERONAVES (foto: Reprodução/Internet)

     Os políticos recebem cerca de R$ 1 bilhão por ano do Fundo Partidário, retirado do bolso dos contribuintes para a “manutenção” dos partidos, mas gastam esse dinheiro como querem. Principalmente para bancar seus luxos, como alugar e até comprar jatinhos. Em 2014, o presidente do Pros, Eurípedes Júnior, usou R$ 400 mil do Fundo para comprar um avião. Em 2015, ele comprou um helicóptero por R$ 2,4 milhões. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

     O Fundo Partidário mais que dobrou após a reeleição de Dilma: de R$313,5 milhões em 2014 passou para R$ 811,2 milhões em 2015.

     Em fevereiro, um pouso de emergência em São Paulo flagrou a rotina no aluguel de jatinhos para uso do presidente do PSDB, Aécio Neves.

     O PSOL, espécie de PT de antigamente, usou em “transporte” R$1,48 milhão dos R$ 14,8 milhões que recebeu do Fundo Partidário.

    Em valores absolutos, o PDT do aloprado Carlos Lupi foi o que mais teve gastos com viagens e hospedagens em um ano: R$ 1,73 milhão.

Fonte: Redação/D&P

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dez 18

PARTIDOS NOS TOMARAM R$738 MILHÕES ESTE ANO

É QUANTO O FUNDO PARTIDÁRIO DEU ESTE ANO. 2017 SERÃO R$1 BILHÃO

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      Os partidos políticos compõem o único setor a não perceber que há uma crise econômica no Brasil: sem cerimônia, tomaram este ano R$738 milhões do Tesouro Nacional, por meio do “Fundo Partidário”. O Orçamento da União, aprovado no ano passado, previa R$819 milhões para o Fundo, mas havia multas a serem pagas e o Tribunal Superior Eleitoral acabou por fazer a retenção da quantia de R$81 milhões.

      Os partidos já garantiram no Congresso a ampliação do Fundo Partidário para R$1 bilhão para 2017, um ano não-eleitoral. 

     Somente o PT, partido de Lula e Dilma, recebeu R$97,86 milhões do Fundo Partidário em 2016, além do “dízimo” dos filiados.

     Partido de Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin, o PSDB faturou R$80,82 milhões em 2016. O PMDB nos tomou R$78,86 milhões.

Fonte: Redação/D&P

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abr 23

ESPAÇO ABERTO: Balaio de Gatos.

Será que a população ilheense pretende realmente transformar em votos a idéia de mudanças?

MIRINHO

     Se estiver convicta dessa idéia é preciso mudar também os critérios de escolha, adotando-se como prioridade o traçado de um perfil revestido de princpios éticos, morais, capacidade de gestão, independência, conduta, caráter, seriedade, vontade, espíríto integrador e dentre outros, amor à causa e vergonha na cara, que servirão de parâmetros de avaliação em relação a cada pré-candidato. Aquele que não se enquadrar nesse perfil, automaticamente estará fora do páreo na corrida ao trono do Palácio Paranaguá, porque, o eleitor saberá perfeitamente fazer o enquadramento da relação binomial: perfil/pré-candidato.

    Não prevalecerá o nome, mas, o conjunto de atributos qualificadores inerentes ao nome. Será uma seleção, onde por exclusão, alguns nomes restarão descartados, ainda nas preliminares, antes mesmo do inicio do jogo principal, evitando-se acordos espúrios e casamentos, onde os nubentes fazem da união um caminho para a defesa de interesses próprios e de grupos, jogando à pique e na sarjeta o nosso município, como se tem repetido na história desse nosso chão.

    Por exemplo, quais os pré-candidatos que dotados dentre outras qualidades, representam realmente nomes novos e reúnem em si, condições de confiabilidade e competência para administrar o nosso município lastreado nos princípios norteadores da Administração Pública? A nosso ver esse  critério de escolha é mais seguro e confiável, do que, se escolher aleatoriamente apenas, pelo nome, como até aqui tem-se feito, porque o candidato é bonitinho, ou, bonzinho, ou, porque vem de família abastada, ou de origem humilde, ou, porque é um bom profissional, ou, ainda, para se vingar de quem está no poder se locupletando. Essa prática transformou a nossa princesa Ilhéus em mendiga.

     A ideia de mudanças sob o comando de um nome novo viralizou. Virou epidemia, de modo, a ensandecer alguns pré-candidatos aparentemente com mais condições de elegibilidade a buscar nos partidos ditos menores, apoios e  nomes realmente novos, para comporem consigo em suas chapas, como vices. Mas, se de um lado o poder da grana desequilibra e oportuniza vantagens àqueles que o detém, do outro, a Era da informação oferece condições iguais de conhecimentos à todos indistintamente e, as idéias e o conhecimento, se bem utilizados como ferramentas nessa contenda, poderá sobrepor ao poder da grana que só compra, mas não pensa.

     Quem não tem dinheiro, tem que ter ousadia. Não se deve ter medo e nem se achar diminuído, por imaginar que o adversário é mais forte. A fortaleza pode ser aparente, ou não ter sido construída sobre um alicerce sólido, principalmente, na história repetida da velha política, onde o jogo de interesses impera, daí o melindre para o desabamento, bastando a desconfiança de que o “pacto amarrado” foi celebrado com um nó frouxo, que poderá ser desatado a qualquer instante. Nesse contexto, ninguém confia em ninguém, apenas se une para satisfazer o que lhe convém.

     Quem pensa em mudanças, não pensa em atalhos, nem em “acordos” espúrios. Não fica sobre o muro, acendendo uma vela para Deus e outra para o diabo, pois está escrito em Apocalipse 3:15:19: “… oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca…”. Portanto, a mudança exige posição, definição, lado.

     A oposição se intitulando “Oposição de Verdade” já se definiu e decidiu que dentre os 09(nove) partidos que a compõe sairão um único candidato a prefeito e o seu vice, pois, entendeu que os nomes novos capazes de promover as mudanças que o eleitorado exige estão entre eles, inclusive, todos se enquadram em qualquer critério de escolha idôneo, que venha a ser traçado.

 Com a definição da oposição, os partidos da situação que integram à base do governo estadual e municipal encontrarão dificuldades em fazer uma composição e por certo cisarão, porque o esboço da dobradinha PSB/PSD não chegará a projeto pacificamente, se desse grupo fizer parte o PDT pois, o Vereador Cosme Araújo um dos fortes candidatos ao trono do Paranaguá, como é de todos conhecido, não tem perfil para aceitar goela abaixo uma chapa pronta e acabada sem discussão, ainda que seja ele o padrinho dos nubentes. Também, o PSC do Vereador Gurita não aceitará essa condição de submissão, mesmo que seja um convidado de destaque com direito a holofotes na festa desse matrimônio( PSB/PSD).

     Não será diferente se a composição for PSB/PDT ou PSB/PSC. Haverá sempre insatisfeitos e probabilidade de rupturas.

     Porém, com a cisão, o maior prejudicado será o PSB, porque, embora sob o comando de um deputado federal, além dos riscos de derrota se compuser com o PT ou com o PP para enfrentar as urnas, esses riscos não serão paliados se qualquer um desses dois partidos subir no seu palanque, por conta dos desgastes e descredibilidade perante o eleitorado, sem contar que com a subida do PP ao palanque, poderá provocar a descida do PSD, em razão da nutrida animosidade entre a Deputada Ângela Sousa(PSD) e o prefeito(PP).

    Nesse jogo não se admite empate, nem uma solução “pacíficamente” imposta pela Capital, mesmo porque, dentre os partidos da situação, há pré-candidatos que não se ajoelham, nem se prestam ao papel de “catendes”.

    “A sorte está lançada” e pelo andar da carruagem, os partidos da base governista estarão “partidos” em duas frentes e quem sabe, provocando com isso, a migração de alguns aliados “nanicos” aventureiros, sem cores, nem bandeiras, que sem espaço nas “negociações”, preferirão buscar acolhimento sob as asas da oposição, só “pela ideologia”. O PSOL, enigmático, deverá seguir carreira solo e assim, no certame envolvendo o assento do trono do Palácio Paranaguá terá como concorrentes 01(um) partido da oposição de verdade, 02(dois) da base governista e o PSOL.

balaio de gatos

   O jantar está posto sobre a mesa da base governista e no cardápio uma única opção: “Balaio de Gatos ao molho de problemas”, sem direito a sobremesa. Bom apetite para quem tem estomâgo de avestruz.

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jan 17

PP desviou R$ 358 milhões da Petrobras, diz Janot

Em denúncia contra o deputado Nelson Meurer, procurador-geral da República detalhou o esquema de corrupção do partido na diretoria de Abastecimento da estatal

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Rodrigo Janot, procurador-geral da República (foto: Reprodução/Internet)

      O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o esquema de corrupção sustentado pelo Partido Progressista (PP) na Petrobras, que tinha como principais operadores o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, desviou 357,9 milhões de reais dos cofres da estatal, entre 2006 e 2014. O procurador-geral contabilizou 161 atos de corrupção em 34 contratos, 123 aditivos contratuais e quatro transações extrajudiciais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

      De acordo com o jornal, o balanço da corrupção do PP no petrolão está descrito na denúncia contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR) oferecida ao Supremo Tribunal Federal. Segundo a acusação formal do Ministério Público, doações oficiais à legenda ocultaram propina.

      O PP é o primeiro partido a ter seu esquema de corrupção na Petrobras desvelado pela força-tarefa da Lava Jato. A investigação em Curitiba também concentra seus trabalhos na atuação do PT e do PMDB no esquema.

     “Os valores ilícitos destinavam-se não apenas aos diretores da Petrobras, mas também aos partidos políticos e aos parlamentares responsáveis pela indicação e manutenção daqueles nos cargos”, disse Janot na denúncia contra Meurer, que ainda será analisada pelo STF.

    Segundo Janot, a propina era repassada aos políticos “de maneira periódica e ordinária, e também de forma episódica e extraordinária, sobretudo em épocas de eleições ou de escolhas das lideranças.” “Em épocas de campanhas eleitorais eram realizadas doações ‘oficiais’, devidamente declaradas, pelas construtoras ou empresas coligadas, diretamente para os políticos ou para o diretório nacional ou estadual do partido”, detalhou o procurador-geral. “Em verdade, (as doações) consistiam em propinas pagas e disfarçadas do seu real propósito.”

    A linha acusatória da Procuradoria é a mesma da força-tarefa da Lava Jato, que vai, neste ano, acionar na Justiça, via ação cível pública, os partidos por desvios na Petrobras. Até agora, só pessoas físicas foram imputadas.

     Além das doações oficiais como forma de ocultar propina, a Procuradoria diz que outras formas eram usadas: entregas em dinheiro em espécie levadas por “mulas” que escondiam as notas no corpo, transferências eletrônicas ou pagamentos de propriedades e remessas para contas no exterior.

      Peça-chave - Segundo Janot, o doleiro Alberto Youssef – que depois se tornou um dos delatores do petrolão – foi a peça-chave no esquema de desvios e corrupção do PP na Petrobras. Ao menos 62 milhões de reais desse montante pago pelas empreiteiras ficaram ocultos em contas de empresas de fachada e de firmas que forneciam notas frias para a “lavanderia de dinheiro” do doleiro.

Fonte: Redação Veja/Estadão

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set 21

PARTIDOS TERÃO DE FAZER “AJUSTE” PARA ELEIÇÕES DE 2016

FUNDO PARTIDÁRIO SERÁ A PRINCIPAL FONTE DE FINANCIAMENTO

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PARTIDOS VÃO TER QUE CORTAS GASTOS, MULTIPLICAR AS DOAÇÕES DE PESSOAS FÍSICAS OU ELEVAR O FUNDO PARTIDÁRIO (foto: reprodução/internet)

      Em 2016, partidos e candidatos terão de fazer um “ajuste fiscal” mais profundo que o do governo federal para bancar os custos e fechar as contas das eleições municipais. Com a proibição das doações de empresas, determinada pelo Supremo Tribunal Federal na semana passada, o Fundo Partidário, alimentado por recursos públicos, se transformará na principal fonte de financiamento de campanhas.

      O problema é que, para os padrões de gastos vigentes, os recursos serão insuficientes. Mesmo se fosse integralmente investido nas campanhas, o atual valor do Fundo Partidário – R$ 867 milhões – cobriria menos de 20% dos custos das mais recentes eleições municipais, realizadas em 2012.

       O PT, por exemplo, gastou, em valores corrigidos pela inflação, quase R$ 835 milhões nas campanhas de todos os candidatos do partido a prefeito e a vereador há três anos. Sua atual cota anual no Fundo Partidário, de R$ 116 milhões, equivale a apenas 14% das despesas eleitorais de 2012.

     Para equilibrar as contas, os partidos terão as seguintes alternativas: cortar gastos, multiplicar as doações de pessoas físicas ou elevar o valor do Fundo Partidário – ou, ainda, tentar promover uma combinação dessas três medidas.

      Nenhuma das alternativas é de simples aplicação. Um simples corte de despesas teria de ser drástico – da ordem de 65% para bancar uma campanha apenas com o Fundo Partidário e as doações de pessoas físicas, supondo que o valor do primeiro item se mantenha no atual nível e o do segundo repita o padrão verificado em 2012.

     Conquistar mais doações de pessoas físicas também não será tarefa fácil – essa modalidade de financiamento não tem tradição no Brasil, e mudar esse cenário é ainda mais complicado em um contexto de alta desconfiança em relação a partidos e políticos, tendência constatada por diversas pesquisas de opinião.

      Em 2012, doações de pessoas físicas cobriram cerca de 20% do total de gastos dos concorrentes a prefeito e a vereador - estão incluídas na conta contribuições de candidatos que custearam as próprias campanhas.

     Por fim, restaria aos partidos a opção de voltar a “turbinar” o Fundo Partidário, algo que o Congresso vem fazendo, ano a ano, desde 2011. No início deste ano, os valores do fundo tiveram uma elevação recorde de 200%, decidida por um acordo entre os principais líderes partidários na votação do Orçamento-Geral da União.

    Mas o cobertor orçamentário é curto, conforme demonstra a crise fiscal por que passa o governo federal. Para ampliar a destinação de verbas ao Fundo Partidário, seria necessário tirar recursos de outros programas ou setores do governo – uma medida de alto custo político em meio à batalha dos ministérios por verbas.

     Para manter em 2016 os mesmos níveis de gastos de 2012, o Congresso Nacional teria de multiplicar por seis a atual dotação orçamentária do Fundo Partidário – o que faria o aumento recorde deste ano parecer modesto. Ainda assim, parte do dinheiro não poderia ser usado em campanhas, já que está comprometida com a manutenção da máquina dos partidos – pagamento de salários e de aluguel de sedes, por exemplo.

Proibição

     As doações de empresas para candidatos a partidos foram consideradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal, em julgamento que demorou um ano e cinco meses e foi concluído na quinta-feira passada pela Corte – oito ministros votaram a favor da proibição do financiamento eleitoral por pessoas jurídicas.

      A decisão do Supremo deve tornar sem efeito a parte da minirreforma política aprovada recentemente pelo Congresso que trata do financiamento privado de campanhas. Com isso, as únicas fontes legais serão o Fundo Partidário e as pessoas físicas, que poderão doar até 10% da renda bruta declarada no ano anterior ao da eleição.

Fonte: Redação D&P

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ago 25

ATÉ LÍDERES DE PARTIDOS GOVERNISTAS SE JUNTAM A CUNHA NA NOITE DE BRASÍLIA

LÍDERES ‘INVADEM’ CASA DE CUNHA E LEGITIMAM SUA PRESIDÊNCIA

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Eduardo Cunha entre muitos Deputados: ALI ELE REINA ABSOLUTO. (Foto: Reprodução/Internet)

      O deputado Eduardo Cunha (PMDB), presidente da Câmara, foi denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas a situação política dele parece mais sólida do que a da presidente Dilma Rousseff, que não tem sido incomodada por investigações do Ministério Público Federal.

    Na noite desta segunda-feira, ele foi alvo de significativo gesto político, com verdadeira “invasão” de líderes de vários partidos, à exceção do PT e do PSOL, inclusive integramtes da base de apoio ao governo Dilma. Eles estavam ansiosos para conversar com Cunha sobre o fato novo deste início de semana: a decisão do vice-presidente Michel Temer, de abandonar a articulação política do governo.

    Os líderes acorreram à residência de Eduardo Cunha tão logo ele retornou de sua viagem a São Paulo, onde recebeu desagravo de sindicalistas aliados e parricipou de um encontro com presidentes das assembléias legislativas estaduais.

    O gesto dos líderes de partidos como PMDB, PSDB, PSD, DEM, PTB, Solidariedade, PR, PHS etc foi interpretado como de reconhecimento de que, apesar da denúncia de que o deputado foi alvo no Supremo Tribunal Federal, ele continua com legitimidade para permanecer na presidência da Câmara. 

Fonte: Redação D & P.

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dez 24

Nova leva de ministros repete velhos vícios da política

     Dilma começa a pagar a fatura das eleições, ampliando espaço do PMDB na Esplanada e dando abrigo a nomes rejeitados nas urnas.

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Derrotado na disputa pelo governo do Pará, Helder Barbalho (PMDB-PA) vai assumir o ministério da Pesca(Reprodução/Facebook)

    O slogan “governo novo, ideias novas” foi um dos mais explorados pela campanha que reelegeu a presidente Dilma Rousseff (PT) para mais quatro anos de mandato. Vencida a disputa, no entanto, a presidente cede a antigos vícios da política brasileira. O ‘pacotão’ de novos ministros anunciado nesta terça-feira deixa claro o principal objetivo do troca-troca na Esplanada: aplacar a sede de partidos aliados por espaço no primeiro escalão do governo. A contrapartida, apoio no Congresso. Diferente dos nomes anunciados para comandar a economia no segundo mandato de Dilma — Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Alexandre Tombini (Banco Central) —, a segunda leva da reforma ministerial tem a marca do fisiologismo.

      Com sua vocação para o folclore político, o ministério da Pesca já virou moeda corrente do loteamento político. Conforme o anúncio desta terça-feira, ele será comandado pelo filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), Helder Barbalho (PMDB), que foi derrotado na disputa pelo governo do Pará pelo tucano Simão Jatene. Seja qual for sua familiaridade com os assuntos da pasta, isso não será problema: afinal, esse é o ministério que já foi chefiado por quem – Marcelo Crivella (PRB-RJ) – admitia não saber “nem colocar minhoca no anzol”. Até agora, o cargo mais alto que Helder, 35 anos, ocupou foi o de prefeito de Ananindeua, no interior do Pará. O herdeiro do clã Barbalho responde a processo por improbidade administrativa na 5ª Vara Federal do Pará referente a uma auditoria do Ministério da Saúde que detectou irregularidades na aplicação de recursos da pasta no período em que ele administrou o município paraense, segundo reportagem do jornal O Globo. Barbalho pai, senador e chefe do clã, responde por sua vez a seis processos no Supremo Tribunal Federal.

      Helder é da cota do PMDB, que Dilma decidiu aumentar ainda mais, um reconhecimento ao apoio da legenda à manobra fiscal do governo para maquiar o descumprimento da meta. Além de Helder, o PMDB emplacou mais cinco nomes: Kátia Abreu na Agricultura, Eliseu Padilha na Secretaria de Aviação Civil, Edinho Araújo na Secretaria de Portos, Vinicius Lages no Turismo e mais um perdedor das eleições, Eduardo Braga, que foi derrotado na corrida pelo governo do Amazonas e agora vai para o poderoso Ministério de Minas e Energia.

     Dilma foi eleita em coligação com nada menos que oito partidos (além do PT), e até agora contemplou seis na reforma: PMDB, PSD, PCdoB, PROS, PRB e PTB. Como um gesto de gratidão pelo apoio nas eleições, a presidente alojou o governador do Ceará, Cid Gomes (PROS), no Ministério da Educação. Em setembro de 2013, ele se desfiliou do PSB, após o então presidente da legenda, Eduardo Campos, romper com o governo federal e anunciar a sua candidatura à presidência. A gratidão de Dilma alcançou também o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD), outro derrotado nas urnas alçado à Esplanada – vai comandar o cobiçadíssimo Ministério das Cidades, desalojando o PP.

      No centro do escândalo do petrolão, o PP tem sido um dos entraves da reforma política. O partido é o que tem mais nomes citados nas delações do esquema bilionário de corrupção instalado na Petrobras. Para não correr o risco de indicar um suspeito, Dilma manifestou a intenção de consultar o Ministério Público, esquisitíssimo critério de reforma ministerial que a Procuradoria-Geral da República não deixou prosperar – e que o ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa considerou uma “degradação institucional”. Seja quem for o escolhido, o PP espera ser agraciado com outro ministério de peso, a Integração Nacional. A derradeira leva de indicações deve sair na semana que vem.

Confira a lista completa de nomeações anunciadas na terça-feira:

Aldo Rebelo (Ciência Tecnologia e Inovação)
Cid Gomes (Educação)
Edinho Araújo (Secretaria de Portos)
Eduardo Braga (Minas e Energia)
Eliseu Padilha (Secretaria de Aviação Civil)
George Hilton (Esporte)
Gilberto Kassab (Cidades) 
Helder Barbalho (Secretaria de Aquicultura e Pesca)
Jaques Wagner (Defesa)
Kátia Abreu (Ministério da Agricultura, Pecuária  e Abastecimento)
Nilma Lino Gomes (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial)
Valdir Simão (Controladoria Geral da União)
Vinicius Lajes (Turismo)

Fonte: Jornalista Eduardo Gonçalves/Veja

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nov 21

EMPREITEIRAS DOARAM R$ 49,8 MI PARA 41% DO NOVO CONGRESSO

DOAÇÕES FORAM PARA CANDIDATOS DESDE O PT ATÉ PARA PARTIDOS DA OPOSIÇÃO

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      As empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato foram responsáveis pelas doações de R$ 49,8 milhões na disputa de novos parlamentares por uma vaga no Congresso Nacional a partir de 2015. Segundo levantamento do jornal Folha de S. Paulo, Camargo Corrêa, Engevix, Galvão Engenharia, Iesa, Mendes Júnior, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC doaram para 41% dos deputados e senadores eleitos em outubro.

     Das empresas investigadas, a OAS foi a que mais abriu o cofre para doações para candidatos: R$ 14,6 milhões. Ela é seguida por Odebrecht (R$ 11,7 milhões) e Queiroz Galvão (R$ 8,5 milhões). Já as que menos doaram foram a Mendes Júnior (R$ 200 mil) e Engevix (R$ 2,6 milhões). O senador eleito pelo PSD da Bahia Otto Alencar recebeu a maior fatia: R$ 2,9 milhões.

    Entre os deputados federais e senadores cujas campanhas mais receberam esses recursos, diretamente ou por meio dos partidos ou comitês de campanha, estão integrantes do PP, PMDB, PT e da oposição.

     Ao todo, 243 receberam doações de oito das nove empresas investigadas. Na lista dos 15 que obtiveram as maiores contribuições, há três deputados do PP (Partido Progressista) do Paraná: Nelson Meurer, Dilceu Sperafico e Ricardo Barros.

     No PT e no PMDB, aparecem na lista dos que mais receberam doações registradas o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA), membro titular da CPI Mista da Petrobras, a senadora Katia Abreu (PMDB-TO), os deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Luiz Sérgio (PT-RJ), além do senador eleito Paulo Rocha (PT-PA), absolvido no processo do mensalão.

     No campo da oposição, figuram na lista os senadores eleitos José Serra (PSDB-SP), Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), além dos deputados eleitos José Carlos Aleluia (DEM-BA), Alberto Fraga (DEM-DF) e Alexandre Leite (DEM-SP).

Fonte; Da Redação do D.P.

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abr 23

Espaço Aberto – HUMOR – PARTIDO POLÍTICO: Afasta e nós esse TRASTE

 MIRINHO

   Se você toma partido em favor de um amigo quando há contenda entre dois, um ficará descontente com você: Partido não presta.

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      Se numa discussão entre marido e mulher, você toma partido em favor de um deles, um se tornará seu inimigo: Partido não presta.

briga

       Se numa discussão de torcedores de clubes de futebol ou de qualquer outra modalidade esportiva, você opina em favor de um, o outro fechará a cara para você: Partido não presta.

Santos' soccer fans fight with police after their Paulista Championship soccer match against Corinthians in Sao Paulo

       Se você é fã de um artista e entra em discussão com um fã de outro artista, para definir qual deles é o melhor, quem opinar em favor de um deles, se dará mal: Partido não presta.

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      Numa discussão entre fiéis religiosos, aquele que toma partido e  aponta qual deles está com a razão,  será excomungado pelo fiel não contemplado: Partido não presta.

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      Se você acredita que dentre os 32 partidos políticos existentes no Brasil, existe um melhor e chama isso de democracia, você:

PARTIDOS POLITICOS

  • É um contribuinte dos “Mensalões”, defensor do escândalo da Petrobrás e sócio do clube do Brasil descendo a ladeira, etc.

  • é um inocente útil;

  • é um bobão feliz, gerado pela “máquina da felicidade” de LC, da novela “Além do Horizonte” da TV globo.

No Brasil,  o Partido de fé é o PARTIDO ALTO, porque:

  • Qualquer outro partido é baixo;

  • Tem samba, bebida e mulher;

  • É ouvido ou sambado em qualquer lugar;

  • Tem cerveja de todas as marcas para todas as preferências;

  • É eclético e abraça todas as crenças;

  • Cachaça de todos os preços, pois, o tamanho da dose quem limita é o freguês;

  • Por conta dele, compra-se e vende-se fiado, de acordo com a confiança;

  • Não custa dinheiro, porque você pode pegar  carona até no som do vizinho;

  • É uma Mistura de todas as raças, todas as cores, todos os gêneros para todas as idades;

  • Cada qual samba como sabe ou como queira sambar. Tudo é válido;

  • Só existe uma ideologia: sambar, beber, namorar, se divertir, …;

  • É a real democracia.

No Partido Alto, o povo é o rei,  no Partido Político o eleitor é o  escravo.

No Partido Alto o povo se energiza, no Partido político, se escraviza.

No Partido Alto o brasileiro samba, mas no Partido Político o povo “dança” como um bobo da corte.

No Partido Alto o povo relaxa, mas no Partido Político, só o político goza.

No Partido Alto o corpo ginga e bambeia, no Partido Político, a honra cambaleia.

Se você toma Partido de Partido Político, quem é que não presta?   

PARTIDO POLÍTICO? Eu, hein?  AFASTA DE NÓS ESSE TRASTE.

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abr 22

ESPAÇO ABERTO: Sistema Político Partidário Brasileiro

A DECISÃO É NOSSA: OU A SALA DE ESTAR DA NOSSA CASA OU O QUINTAL DA CASA ALHEIA

MIRINHO

         O sistema político brasileiro é uma doença infecto contagiosa composto por 32 (trinta e dois) tumores malignos chamados partidos, onde cada um tem a sua função específica no ataque as células vitais do organismo econômico, social e ambiental do país e juntos sugam o sangue de uma população, atropelam a moralidade pública, mergulham as instituições em um mar de lama, carcomem os sonhos da juventude, relegam o idoso ao desamparo, cerceiam e subtraem os direitos dos trabalhadores e apelidam isso de democracia.

PARTIDOS POLITICOS

      Se, são 32 os partidos políticos quantas são as ideologias? Uma para cada partido, ou se subdividem de acordo com os seus interesses pessoais e partidários? Se não podemos extirpar esses cânceres do nosso sistema, pelo menos, desprezemo-los e elejamos homens públicos decentes, comprometidos, porque esse papo de esquerda ou de direita, já transbordou o tanque da tolerância. Não passa de “ bolodórios”, como dizia vovô.

Nenhum partido político ilheense tem autonomia. A executiva estadual decide e a municipal engole, pois, se os seus membros não rezarem a “oração” determinada pela cúpula, serão destituídos.  Assim foi decidida a sucessão municipal que elegeu o atual prefeito. É como ele dizia: “esse assunto eu resolvo lá por cima”. E resolveu. E não vai mudar. A menos que façamos uma seleção de candidatos, sem importarmo-nos com os partidos aos quais integram.

     A predominância do Partido Político é doença alimentada, ora pela nossa conveniência, ora pela nossa subserviência, ora pelo desconhecimento do eleitor.  Está nos faltando consciência. Sim, a consciência de em quem votar, sem partidarizar.

     Votamos por pedido de um amigo, do médico que fez a cirurgia em alguém da família através do SUS, em troca de tijolos, telhas, cimento, cestas básicas, promessas de emprego, ou por outra vantagem qualquer. Isso é subserviência, é conveniência. Por acaso você já indagou algum eleitor, questionando-o se fosse ele um empresário próspero, se confiaria à gerência do seu empreendimento ao candidato no qual votou? Pois bem, indagados nesse sentido, diversos foram unânimes em afirmar que jamais contrataria por questões de lisura o candidato  que ele ajudou eleger. Esse é o voto Vila Rica. É o voto da vantagem, do toma lá da cá.

     O eleitor que realmente não sabe votar depende da anotação do número do candidato, sem saber sequer em quem está votando.

        Desse cenário extraímos a conclusão de que entra governo, sai governo e a gente se revolta, grita, protesta, se cansa, acomoda-se e cala-se.  Vai-se uma eleição, vem outra e outras tantas virão. A situação não muda e quando muda é para pior. É normal deputados e vereadores com diversos mandatos; senadores com dois, três; Presidentes, Governadores, Prefeitos, que se elegem e se reelegem, mas se em plena luz do dia, qual Diógenes, de lanterna em punho, procurarmos um dentre tantos que não esteja envolvido em corrupção, teremos dificuldade em identificá-lo. A estranheza reside no fato de que a minoria que não se envolve em falcatruas tem dificuldades em se eleger, por conta da cultura do“Rouba, mas faz”.  Quem vota em quem rouba vota em ladrão. Esse voto é consciente e a atribuição de culpa imputada aos analfabetos pelo caos político instalado no país deve ser reavaliada e transferida para o voto da conveniência, o voto da subserviência creditado em quem rouba, mas faz.

      É fácil apontarmos  um jovem usuário de drogas, a polícia prendê-lo e a justiça condená-lo. No entanto, contraditoriamente, votamos naquele candidato que subtrai ou desvia recursos da Educação, da Arte, da Cultura, do Esporte e responde judicialmente a dez, quinze, vinte, trinta processos por corrupção de toda sorte, espécie e natureza e desse jovem retira a oportunidade para não se enveredar pelo caminho do crime, ou, ainda que enveredando, sem esses instrumentos, pelo nosso voto errado, obstaculizamos a sua transformação, recuperação e a sua reinserção ao convívio social, porque ninguém nasce ruim,  a falta de condições digna de sobrevivência é que o transforma em fera. Aí, julgando os efeitos sem avaliar as causas, a gente defende a menoridade penal aos 16 anos e até vibra quando uma bala ceifa a vida de um adolescente tido como perigoso, que o nosso voto ajudou transformá-lo em “bicho solto”. Se a gente vota em marginais políticos, não podemos exigir a construção de uma sociedade justa, igual e equilibrada.

     À nível federal presenciamos um governo conturbado, recheado de escândalos e sem credibilidade, deveras horrível; à nível estadual convivemos com uma administração leniente, inoperante, insossa e descomprometida, realmente nociva e a nível municipal vivemos a pior gestão que se tem conhecimento na história de Ilhéus, cuja inoperância e desmandos de hoje, continuam sendo atribuídas ao ex-gestor. Até quando? O nosso governo municipal é por excelência, TIRADONHO, ou seja, filho do cruzamento do tirano com o medonho.

     As eleições estão batendo em nossas portas:  Cadê os deputados e senadores estrangeiros que foram votados em Ilhéus? Quais benefícios nos trouxeram? A quem interessa votar em candidatos “paraquedistas”, oportunistas, apresentados pelo Prefeito, se o próprio Prefeito não goza da confiança do ilheense? Diante dos sucessivos escândalos, cujas sujeiras vêm sendo jogadas debaixo do tapete do Legislativo Municipal, por que votar em candidatos “estranhos” trazidos pelas mãos de alguns edis, se esses edis, são subservientes ao sistema, não cumprem as suas funções e têm o silêncio como forma de luta e a incompetência e a preguiça, como método de trabalho?

       No vestibular/2014 da Assembleia Legislativa Estadual da Bahia, por enquanto, Ilhéus terá 06(seis) nomes concorrendo a 63 vagas: Ângela Sousa e Pedro Tavares, postulantes à reeleição buscam uma fatia do nosso eleitorado para complementar os votos das suas bases já fincadas em outros municípios. Zé Neguinho ex-vereador, arrumador e pescador de profissão, incansável defensor do seu segmento profissional; Cosme Araújo, advogado, vereador de quatro mandatos, integra ao grupo da minoria de parlamentares municipal de Ilhéus, tem-se revelado ousado no combate ao sistema estúpido e inoperante do Executivo Municipal, assim como, vem se destacando pelo seu trabalho mediante apresentação e aprovação de relevantes e diversificados projetos em favor da comunidade; Lu Cerqueira, advogada, guerreira, persistente, mulher de visão social ampla e  incansável defensora dos direitos da juventude e, por fim, Paixão, respeitada liderança comunitária de Ilhéus.

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Avaliando a desenvoltura de cada um dos candidatos no preenchimento dos requisitos: coragem e capacidade de luta; conhecimento dos problemas locais e regionais e apresentação de soluções para esses problemas; competência para elaborar e defender projetos de interesse regional, de modo revitalizar a nossa combalida economia e impulsionar o crescimento e o desenvolvimento econômico, social e ambiental, aliado aos atributos inerentes à pessoa humana consistente na lisura, probidade, transparência, dentre outros, cada eleitor ilheense poderá escolher qual desses candidatos merecerá o seu voto.

Não precisamos ir à pasárgada para sermos amigos do Rei. Aqui, nós temos o nosso reinado, com quase 133 mil eleitores e votos suficientes para contribuir com os dois candidatos à reeleição e assegurar a eleição de um dos novos postulantes, quiçá, dois.

A escolha será nossa: Ou a sala de estar da nossa CASA, ou o quintal da casa alheia, dividindo migalhas com velho cão de estimação do candidato oportunista.

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