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abr 02

PARTIDOS GASTAM 10% DO FUNDO EM LUXO E JATINHOS

ATÉ 10% DO FUNDO PARTIDÁRIO USADO ATÉ PARA COMPRAR AERONAVES

aecio jatinho

PRESIDENTE DO PSDB, AÉCIO É UM DOS QUE USA DINHEIRO DO FUNDO PARA FRETAR AERONAVES (foto: Reprodução/Internet)

     Os políticos recebem cerca de R$ 1 bilhão por ano do Fundo Partidário, retirado do bolso dos contribuintes para a “manutenção” dos partidos, mas gastam esse dinheiro como querem. Principalmente para bancar seus luxos, como alugar e até comprar jatinhos. Em 2014, o presidente do Pros, Eurípedes Júnior, usou R$ 400 mil do Fundo para comprar um avião. Em 2015, ele comprou um helicóptero por R$ 2,4 milhões. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

     O Fundo Partidário mais que dobrou após a reeleição de Dilma: de R$313,5 milhões em 2014 passou para R$ 811,2 milhões em 2015.

     Em fevereiro, um pouso de emergência em São Paulo flagrou a rotina no aluguel de jatinhos para uso do presidente do PSDB, Aécio Neves.

     O PSOL, espécie de PT de antigamente, usou em “transporte” R$1,48 milhão dos R$ 14,8 milhões que recebeu do Fundo Partidário.

    Em valores absolutos, o PDT do aloprado Carlos Lupi foi o que mais teve gastos com viagens e hospedagens em um ano: R$ 1,73 milhão.

Fonte: Redação/D&P

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ago 21

‘A alternativa Marina Silva é falácia’, afirma Luciana Genro

       Presidenciável do Psol, Luciana Genro garantiu que o ingresso de Marina Silva, liderando a chapa do PSB na corrida pelo Palácio do Planalto, não representa terceira via de disputa.

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     De acordo com Luciana, a candidatura de Marina está atrelada à coligação tucana, encabeçada por Aécio Neves. “A alternativa Marina Silva é uma falácia, porque trata-se de segunda via do PSDB, no caso de Aécio (Neves) fracassar. Os economistas que a auxiliam são ligados aos tucanos. No entanto, o símbolo que ela tem é o da negação da política tradicional. Contudo, vou mostrar durante o processo eleitoral que quem é a terceira via é o nosso partido”, criticou.

      Sobre a projeção de sua candidatura, a presidenciável demonstrou otimismo e garantiu que é possível chegar ao segundo turno. “Nós acreditamos nessa possibilidade, mesmo com todas as enormes diferenças estruturais que temos em relação aos nossos adversários. Temos apenas 51 segundos de horário eleitoral na TV contra quase 12 minutos da presidente Dilma (Rousseff, que concorre à reeleição pelo PT), além do poderio econômico. Mesmo com tudo isso, tenho convicção que nossas propostas são as melhores e que nos ajudarão a alçar crescimento com os eleitores”, enfatizou.

     Em atividade de campanha, ontem, na Capital, Luciana se reuniu com integrantes da rede da Justiça Criminal, no Instituto Sou da Paz, onde defendeu a criação de sistema único de Segurança pública no País. Para a candidata, o Executivo deve assumir a responsabilidade de dar a estrutura necessária para que os governos estaduais apliquem, em sua totalidade, a legislação relacionada à Segurança, como a Lei de Execução Penal. “Nossa candidatura vai se comprometer com esse projeto. O presidente Lula teve a chance de realizar isso, mas acabou desistindo de fazer em seu primeiro mandato”, explicou.

     A presidenciável encerrou suas atividades pela Capital participando de ato público em solidariedade ao MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), ocorrido no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), com a participação aproximada de mais de 2.000 pessoas ligadas ao movimento.

Fonte: Jornalista Leandro Baldini

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jun 23

PSOL lança Luciana Genro como candidata à Presidência da República

     Filha do governador do RS, Tarso Genro (PT), defenderá a descriminalização da maconha e do aborto, além das bandeiras das manifestações de junho do ano passado.

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      O PSOL lançou neste domingo, 22, sua candidata à Presidência da República, a ex-deputada Luciana Genro (RS), tendo como programa de governo as bandeiras das manifestações de junho do ano passado: melhorias nos serviços públicos. O candidato do partido inicialmente seria o senador Randolfe Rodrigues, tendo Luciana como vice, mas Rodrigues desistiu da candidatura na semana passada.

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     A candidata é filha do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, do PT, e defenderá a descriminalização da maconha e do aborto. “Temos de discutir de forma aberta a questão das drogas. A maconha causa males tanto quanto o álcool e não como as drogas pesadas. Como há uma repressão muito grande aos que buscam o produto para recreação, eles são obrigados a correr atrás de traficantes e isso acaba por prejudicá-los”, assinalou a candidata, que pretende estimular ainda o debate sobre a legalização do aborto.

      Luciana também prometeu suspender o pagamento da dívida pública, se for eleita, e afirmou que não aceitará doações de empresas para sua campanha. Além disso, pretende levantar a bandeira do movimento LGBT.

     Ela apontou como sua primeira medida de governo, se for eleita, realizar uma reforma tributária no país com desoneração de taxas para trabalhadores e cobrança de impostos para ricos e proprietários de grandes fortunas.

    Luciana foi eleita deputada estadual no Rio Grande do Sul entre 1995 e 2002, pelo PT; em 2002 foi eleita deputada federal pelo mesmo partido.  Ela foi expulsa do PT, em 2003, por se posicionar contra a reforma previdenciária que fora proposta por Lula e contra a então política econômica do governo.

 

Fontes: Estadão 

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